Sâmille S.

De origem brasileira, o meu nome é a minha assinatura artística para as minhas ilustrações, mas toda gente me conhece por Sam. Sou amante das artes e do mundo Vintage. Sou meio Bossa Nova e Rock n Roll.

1. Qual a característica que mais marca a tua feminilidade?
Sou bastante vaidosa, acredito que essa característica contribua para que tudo em mim seja muito feminino. Como apreciadora do estilo vintage, tenho como padrão de referência feminino as mulheres dos anos 40 e 50, onde o cabelo e maquilhagem são dois aspectos que eram tratados com muito cuidado, e que tento retratar no meu dia-a-dia, visualmente acabam por chamar a atenção..

2. Se esta sessão tivesse banda sonora, que música escolhias?
Nesta sessão nós realmente tivemos banda sonora, o senhor fotógrafo encarregou-se de selecionar uma música leve que criasse ambiente propício para que as fotos fluíssem com um caráter suave. Mas lembro-me de lhe ter sugerido Kings of Convenience, esta seria a minha escolha.

3. Enquanto estavas a ser fotografada, pensaste em algum momento ou em alguém em especial?
Acho que no momento em que estava a ser fotografada tentei concentrar-me na tal feminilidade, e deixar que ela transparecesse. Não pensei especificamente em alguém ou num momento.

4. Ao olhar para as tuas fotos, o que mais gostas de ver em ti?
Gosto da dualidade que a sessão fotográfica me trouxe, quando olho para as fotografias  vejo ali que expressei o sensual sem ser vulgar e ao mesmo tempo o natural.

5. Existe uma foto preferida? Se sim, qual e porquê?

Não, não existe uma foto preferida, gosto de umas mais que outras. Divido a sessão fotográfica em duas, porque utilizei dois outfits diferentes, e cabelo e maquilhagens distintos em determinados momentos. Confesso que gosto muito das fotos na varanda, dão um ar de apreciadora que está a ser apreciada, e a paisagem de fundo também contribuiu para um bom resultado.

6. Qual a sensação de ver o resultado final da sessão?
Acredito que aproveitamos bem, não foi daquelas sessões em que dê muitas fotos mas as poucas que se tiraram aproveitam-se. Senti carinho por cada uma das fotografias, mesmo uma a uma, porque cada uma delas expressa um pouco daquilo que sou. Tentei fazer com que as pessoas pudessem sentir a minha postura nos meus momentos de encontro comigo mesma.

 





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