Mariana Q.

De luas. Num dia sou a serenidade, a calma e a racionalidade; no outro sou a explosão e a emoção. De extremos em tudo, de riso e choro fáceis. Tenho o dom da preguiça mas corro atrás daquilo que quero sem moleza. Faço aquilo que posso e o que não posso por aqueles que amo e ai de quem se atreva a contrariar-me. Gosto de muita coisa, detesto muitas mais mas tenho uma confissão a fazer: sou, acima de tudo, apaixonada pela minha filha.

1. Qual a característica que mais marca a tua feminilidade?
O olhar, acho.

2. Se esta sessão tivesse banda sonora, que música escolhias?
Mishlawi – Limbo, só porque estou viciada nesta música neste momento. Tenho por hábito associar músicas a alturas da minha vida, e neste momento é esta que identifico.

3. Enquanto estavas a ser fotografada, pensaste em algum momento ou em alguém em especial?
Em nada em concreto, acho que me deixei levar pela conversa, o que tornou tudo muito mais natural também.

4. Ao olhar para as tuas fotos, o que mais gostas de ver em ti?
O meu sorriso, sem dúvida.

5. Existe uma foto preferida? Se sim, qual e porquê?
Um das que estou nas escadas, a sorrir. É uma das fotos que melhor me caracteriza, pela postura descontraída e o sorriso fácil.

6. Qual a sensação de ver o resultado final da sessão?
Conseguir olhar para as fotografias e ver que sou eu, tal e qual como me olho ao espelho, é o melhor resultado que podia esperar dum projecto como este. Captaste o que considero a minha essência e, mesmo deixando visíveis todas as imperfeições, vejo a beleza em cada uma delas.

 





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