Maria C.

Eternamente entregue à força da invicta onde nasci e fui criada. De olhos postos no mundo, e sempre atenta, que muito do que se vive não se repete. A ambição ao sucesso move-me no meu dia-a-dia e, mais do que tudo isto, a materialização da minha vinda ao Cosmos. Como dizia uma voz sábia, não nasci, mas vou-me tornando mulher.

1. Qual a característica que mais marca a tua feminilidade?
A minha postura, talvez.

2. Se esta sessão tivesse banda sonora, que música escolhias?
Gostava mesmo que fosse a The Wind Cries Mary, do Jimi.

3. Enquanto estavas a ser fotografada, pensaste em algum momento ou em alguém em especial?
Não, e isso foi o que mais me deixou confortável.

4. Ao olhar para as tuas fotos, o que mais gostas de ver em ti?
O meu corpo, que era algo com o qual não me sentia tão à vontade até ter feito a sessão com o Miguel.

5. Existe uma foto preferida? Se sim, qual e porquê?
Todas aquelas em que estou com a minha gata, não por sentir que sejam as melhores, mas porque a minha gata é quase que a minha cara metade e eu sempre quis ser fotografada ao lado dela.

6. Qual a sensação de ver o resultado final da sessão?
Orgulho e fascínio, por mim e pelo Miguel, que nos divertimos tanto. O trabalho dele é maravilhosamente fantástico!

 





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