Inês G.

Energia, gargalhadas, animação e muita agitação… a minha vida é isto! Não consigo estar muito tempo parada, o conformismo irrita-me e os sonhos confortam-me. Sou de extremos. Quando é bom, é a loucura! Quando é mau, o mundo acaba! Mas rapidamente dou a volta por cima. Sofro de alguma inquietude, pragmatismo e uma vontade de viver em demasia. Sou uma comunicadora nata, falo muito (e alto!), mas pergunto ainda mais. Adoro os palcos, a magia da televisão e do fazer entreter. Não tolero mentiras, injustiças e aparências. Por vezes, desligo do mundo e fico na minha “bolha”, mas, sempre que é preciso, desço à terra e dou o litro. Não sou de rotinas e recuso-me a aceitar só porque sim. Sorrisos, abraços, conversas, e rir até doer a barriga…são coisas simples mas que me fazem muito feliz! Errei muito e o tempo mudou-me. Continuo a errar e continuo a gostar de mudanças. Mas tenho medo de me tornar numa pessoa normal, aborrecida, sem piada e sem vida. Por isso, arregaço as mangas, insisto, persisto, e tento deitar-me com a certeza de que tenho dado o melhor de mim.

1. Qual a característica que mais marca a tua feminilidade?
Cabelo, muito provavelmente! E a minha (disfarçada) perspicácia e sensibilidade…

2. Se esta sessão tivesse banda sonora, que música escolhias?
Tinha que passar por vários estilos de música… A música ajuda-me imenso a trabalhar e vou muito atrás do mood e do ritmo…Tanto me deixa a rir como a chorar! Por isso, passava pelo soul, pelo R&B, pela brasileirada, pelo reggae, pelo reggaeton, pelo jazz.. quanto mais variada, melhor! Queremos é boa energia!

3. Enquanto estavas a ser fotografada, pensaste em algum momento ou em alguém em especial?
A minha cabeça não consegue parar nem um segundo. Portanto são várias as coisas que me passam pela cabeça: “Será que o Miguel não quer comer ou beber nada?”, Tenho só mais meia hora porque daqui a nada tenho que estar no sítio x e depois ainda tenho que ir ao sítio y?”; “Só eu para estar nestes “preparos” a ser fotografada na minha própria casa!!”; “Será que, com tanta conversa, vai sair daqui alguma coisa de jeito?”, “Se a minha mãe entrasse, neste momento, aqui em casa, era capaz de pensar que eu tinha enlouquecido de vez!”; entre tantas outras coisas que prefiro que fiquem só comigo…!

4. Ao olhar para as tuas fotos, o que mais gostas de ver em ti?
Assim à primeira vista: a minha gargalhada fácil! Mas também achei incrível a quantidade de “Inêses” que encontramos nestas fotografias. É engraçado como, em tão pouco tempo, conseguiu-se captar várias facetas, uma Inês mais maluca, uma Inês mais sensual, uma Inês mais infantil e uma Inês mais mulher… Todas elas marcadas pela minha espontaneidade…!

5. Existe uma foto preferida? Se sim, qual e porquê?
Impossível responder a esta pergunta. Mas consigo escolher o local preferido: as fotografias da varanda. Talvez por ser um sítio que me diz muito, que guarda muitos segredos, boas conversas e momentos preciosos comigo mesma.

6. Qual a sensação de ver o resultado final da sessão?
BRUTAL!!! Bora à próxima?

 





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