Andreia D.

O espírito é livre e leve e o coração pesado de compaixão e amor para dar. O meu hobby favorito é rir-me em situações em que não convém. Persigo utopias e essas, eu tenho milhares. Chorar? Só enquanto assisto o “The Notebook”. Tenho uma filha, que biologicamente é minha irmã mais nova, e por ela sou incondicionalmente apaixonada. Acredito em sereias e unicórnios porque afinal, “a arte e a vida se misturam e a fantasia e a realidade se acrescentam”.

1. Qual a característica que mais marca a tua feminilidade?
A característica que mais marca a minha feminilidade é, sem dúvida, a confiança que tenho em mim mesma e talvez também o jeito como a transmito.

2. Se esta sessão tivesse banda sonora, que música escolhias?
Olhei para as fotografias e pensei logo na minha canção favorita: Banana Clip do Miguel.

3. Enquanto estavas a ser fotografada, pensaste em algum momento ou em alguém em especial?
Por acaso, não. Também a boa disposição, o à vontade e os temas de conversa aleatórios do Miguel contribuíram bastante!

4. Ao olhar para as tuas fotos, o que mais gostas de ver em ti?
Gosto da maneira diferente como o meu cabelo se dispõe em cada fotografia.

5. Existe uma foto preferida? Se sim, qual e porquê?
As minhas favoritas são, praticamente, todas as que foram tiradas no espelho. Foram tiradas num momento super descontraído e acho que essa descontracção se reflectiu em cada uma delas.

6. Qual a sensação de ver o resultado final da sessão?
É uma óptima sensação para ser sincera. Confesso que, de certa forma, saí um bocado da minha zona de conforto quando aceitei fotografar num registo mais íntimo, o que foi como que um desafio para mim. No final, concluí que superei as minhas expectativas em relação a mim mesma e não posso, claro, deixar de agradecer ao Miguel por isso e pelas fotos espectaculares!

 





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